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E se a sua empresa olhasse para a menopausa antes de perder mulheres brilhantes?

8 de ago.
1 min de leitura

Sabe o que eu acho curioso? A mulher chega aos 45, 50 anos com experiência, repertório, muitas vezes ocupando o melhor momento da carreira… 


E, ao mesmo tempo, precisa fingir que não passou a noite em claro, que não está no meio de um fogacho e que a cabeça não travou bem na hora daquela reunião importante!


A menopausa não fica em casa quando a mulher vai trabalhar. Ela vai junto no cansaço, na falta de concentração, na irritabilidade, na ansiedade e naquela sensação de não estar rendendo como antes. E isso não tem nada a ver com falta de competência.


Algumas empresas (como Microsoft, Abercrombie & Fitch e NBA) já começaram um movimento de apoio às mulheres no climatério, com acesso a especialistas, horários mais flexíveis, licenças e acompanhamento de saúde.


E esse é o ponto: a empresa não precisa tratar a menopausa. Mas precisa entender que ela existe!


Às vezes, um ambiente mais fresco, um pouco de flexibilidade depois de uma noite ruim e uma liderança que não interprete sintoma como desinteresse já mudam muita coisa.


Porque estamos falando de mulheres que ainda têm muito a construir – e que não deveriam precisar se esconder para continuarem crescendo profissionalmente. Concorda comigo?


Dra. Joana de Araújo

Ginecologista - CRM 31048 | RQE 22064


 
 
 

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